Novidades!
Ontem medi o potencial de teor alcoólico e chegou a 7,8. Isto ocorreu em razão da rapadura que foi acrescentada no momento da fervura. Semana que vem eu vou engarrafar e tão logo posto fotos de como ficou a aparência e dou minhas primeiras impressões sobre o aroma e sabor.
Amigos esta cerveja foi divida em dois baldes sendo que a única diferença ocorreu somente no momento de colocar o fermento. Um ficou mais tempo se homogeneizando no líquido diluente, usamos um pouco do própria cerveja para fazer isto.
O resultado foi supreendente.
A cerveja que recebeu a levedura que ficou mais tempo se homogeneizando trabalhou com menor intensidade se comparada com a que ficou no outro balde e apresentou-se mais equilibrada e aparentemente com menor teor alcoólico que a outra cerveja.
terça-feira, 12 de maio de 2015
segunda-feira, 11 de maio de 2015
Amigos, percebi que ocorreu comportamento bem diferente no processo de fermentação nesta segunda brassagem.
Fato é que ao adicionar 200 gramas de rapadura a 30 minutos de fervura elevou a OG para 1070 e a fermentação esta ocorrendo a 7 dias ainda que bem devagar, sendo que na primeira brassagem, com a mesma receita, sem adição da rapadura fermentou por apenas 3 dias.
Creio que o teor maior de açucares permitiu este trabalho mais intenso das leveduras.
Vou compartilhando por aqui a evolução dos trabalhos.
Fato é que ao adicionar 200 gramas de rapadura a 30 minutos de fervura elevou a OG para 1070 e a fermentação esta ocorrendo a 7 dias ainda que bem devagar, sendo que na primeira brassagem, com a mesma receita, sem adição da rapadura fermentou por apenas 3 dias.
Creio que o teor maior de açucares permitiu este trabalho mais intenso das leveduras.
Vou compartilhando por aqui a evolução dos trabalhos.
terça-feira, 5 de maio de 2015
Este é o sistema, simples e muito prático, para resfriamento do mosto. Numa caixa térmica se coloca o gelo e liga-se uma mangueira, vindo da torneira e despejando dentro da caixa com gelo. Uma outra mangueira coleta a água fria, que esta dentro da caixa, através do sistema de sifão e se conecta ao chiller por uma das extremidade e pela outra extremidade outra mangueira coleta a água, agora quente, e despeja em local apropriado. No meu caso num ralo.
Com este processo se consegui, com um baixíssimo custo e sem maiores investimentos, realizar o resfriamento com muita eficiência, atendendo a nossa proposta de produzir cerveja de forma artesanal.
Pretendo melhorar o sistema futuramente criando uma estrutura fixa na base da estrutura de metalon para suportar a Caixa com gelo e colocarei uma bomba de recondução da água, após o mosto atingir os 27 Cº, fazendo o reaproveitamento da água. Estou definindo a temperatura de 27 Cº para reaproveitamento considerando que aqui onde moro é esta a temperatura natural da água. Após a agua atingir esta temperatura ao invés de ser descartada no ralo, através da bomba de recondução retornará para a caixa com gelo e fechara o processo.
Com este processo se consegui, com um baixíssimo custo e sem maiores investimentos, realizar o resfriamento com muita eficiência, atendendo a nossa proposta de produzir cerveja de forma artesanal.
Pretendo melhorar o sistema futuramente criando uma estrutura fixa na base da estrutura de metalon para suportar a Caixa com gelo e colocarei uma bomba de recondução da água, após o mosto atingir os 27 Cº, fazendo o reaproveitamento da água. Estou definindo a temperatura de 27 Cº para reaproveitamento considerando que aqui onde moro é esta a temperatura natural da água. Após a agua atingir esta temperatura ao invés de ser descartada no ralo, através da bomba de recondução retornará para a caixa com gelo e fechara o processo.
segunda-feira, 4 de maio de 2015
Amigos em outra oportunidade mencionei que quando fiz minha primeira cerveja me espantei ao ver o mosto apresentar aparência de flocos suspenso, imaginando que havia ocorrido algo errado. Esta é a imagem que se vê quando se da o processo de resfriamento do mosto. Creio que seja importante para os iniciantes visualizar isto e saber exatamente o que ocorre neste processo.
Quando se inicia o processo de resfriamento inicia-se concomitantemente outro processo que é o de sedimentação das partículas sólidas por isto o liquido que está homogêneo toma esta forma. Este processo de sedimentação vai se aperfeiçoando a medida que se baixa a temperatura do líquido, seja nesta fase ou no balde e até mesmo nas garrafas.
Quando se inicia o processo de resfriamento inicia-se concomitantemente outro processo que é o de sedimentação das partículas sólidas por isto o liquido que está homogêneo toma esta forma. Este processo de sedimentação vai se aperfeiçoando a medida que se baixa a temperatura do líquido, seja nesta fase ou no balde e até mesmo nas garrafas.
Outra coisa que acreditamos ser essencial é o balde ter marcado sua capacidade para que possamos, no momento de completar a água, sabermos exatamente quanto colocar. Imperioso destacar que é sempre recomendado que sempre use um balde com capacidade maior do que a quantidade de litros que se pretende fazer. Exemplo se vai fazer 20 litros use um com capacidade de no mínimo 30 litros, isto para deixar um espaço entre o líquido e a tampa. vejam:
Amigos ontem repetimos nossa receita de American Pale Ale. Não seguimos a risca igual a primeira até mesmo porque fizemos desta vez 40 litros o que nos trouxe algumas experiências novas, além disto acrescentei à receita 200 gramas de rapadura.
Dentre as experiências destacamos a de resfriamento do mosto. Na primeira Brassagem usamos uma Caixa térmica com capacidade de 15 litros o que foi suficiente para resfriamento do mosto bem rápido. Ocorreu que usamos a mesma caixa ou a mesma quantidade de gelo nesta segunda brassagem e os 15 litros não foram suficientes para resfriamento com a mesma eficiência o que nos leva a afirmar que necessitaremos do dobro da quantidade para mantermos a eficiência da primeira brassagem.
Quero compartilhar com vocês algumas fotos de nossa segunda brassagem; vejam:
Posto estas fotos para que possa ver esta estrutura que fizemos para apoiar as panelas e o fogareiro.
É uma estrutura feita de perfil metálico e com chapa. Desta forma não há risco de queimar o piso ou qualquer outra base que venha usar para sob o fogareiro.
Dentre as experiências destacamos a de resfriamento do mosto. Na primeira Brassagem usamos uma Caixa térmica com capacidade de 15 litros o que foi suficiente para resfriamento do mosto bem rápido. Ocorreu que usamos a mesma caixa ou a mesma quantidade de gelo nesta segunda brassagem e os 15 litros não foram suficientes para resfriamento com a mesma eficiência o que nos leva a afirmar que necessitaremos do dobro da quantidade para mantermos a eficiência da primeira brassagem.
Quero compartilhar com vocês algumas fotos de nossa segunda brassagem; vejam:
Posto estas fotos para que possa ver esta estrutura que fizemos para apoiar as panelas e o fogareiro.
É uma estrutura feita de perfil metálico e com chapa. Desta forma não há risco de queimar o piso ou qualquer outra base que venha usar para sob o fogareiro.
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